Aos 33 do Rodrigo

Quando penso em amor, penso sobretudo no conceito de metade. A planta não vive sem a sustentação do seu caule, a moeda não tem valor sem a outra face, a laranja não tem o mesmo sabor sem a sua outra parte. Elos que vivem unidos para potenciar o outro.
E quando as partes se ligam, a magia surge. Mas não é uma magia qualquer, é aquela magia que atravessa a palavra, o toque, o gesto. Que vive na eternidade. Uma eternidade em que tu és a minha metade, unida comigo e em mim, ainda que para além de mim existas, entre os fios do amor. Parabéns meu amor.

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