De setembro

Tudo muda muito depressa, um dia o ter qualifica o dia a dia, a ação, o gesto, e no dia seguinte descobrimos que ao colocarmos o foco no ser, tudo passa a depender de nós. Uma transformação de verbo que nos define cocriadores do agora, do amanhã. Do futuro!

As respostas estão sempre e só no nosso coração, dentro de nós. Uma descoberta que não é terrena, mas sim espiritual! As sementes que lançamos são as que colheremos, nenhum encontro e/ou desencontro, longo ou fugaz, é em vão. A desilusão, o contratempo e a “batalha dura” não são penitências, mas sim impulsos ao deixar ir, ao dar o passo em frente. E são os momentos menos bons que nos fazem dar a volta. Daremos sempre. O melhor do ser.

Dia 1 de outubro. Amanhã. É dia de administração de Imunoglobulina. Cinco a seis horas, sentada numa cadeira que me transporta entre o que somos, quem somos, porque somos, como somos. À minha frente, sentados na mesma posição, estarão pessoas que lutam pela continuidade do ser, pessoas que se aceitaram como são e pessoas que ainda procuram encontrar a identidade do seu ser. Ali há luz. A luz que ilumina a mudança, mas a luz que vem de dentro, é para sempre. Dura para sempre. Viverá para sempre!

E se isto não é viver, o que é a vida?

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