Nas minhas Mãos

Nestes últimos dias tenho pensado muito no destino. Se este é apenas uma expressão de uma combinação cósmica? Se há uma entidade superior que o cria e nos enreda na compreensão da mensagem? Ou se o destino está nas perguntas que não têm resposta imediata?

Cresci a olhar para as linhas das mãos como palavras indecifráveis e mágicas que iriam guiar-me na construção do “eu”, no poder de voar, acreditar e, até mesmo, de sonhar com e na direção certa. Mas viver entre linhas nem sempre chega por si só.

Aos 30, o plano era o anel dourado, o filho e o topo da carreira. Tenho menos de um ano para o realizar, mas será que ainda faz sentido?! Será que perdi o rumo? Será que ando às voltas com o destino? Ou, estou finalmente a encontrar-me com o meu destino? Não sei… ainda.

Olho para a mão mais perto do coração e sinto que em cada linha há uma energia que me faz confiar. No tempo certo. Nas respostas que mudam vidas. No amor com sentido. No destino.

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